domingo, 28 de maio de 2017

Festa Litúrgica de Sta. Úrsula - 29/05


As comunidades das Irmãs Ursulinas do Coração de Jesus Agonizante  preparam a festa litúrgica de sua fundadora, Santa Úrsula Ledóchowska, com novenas e celebrações aproximando as pessoas que as cercam da pessoa e do carisma da "santa do sorriso".

Sempre indicando a confiança no Coração de Jesus como caminho mais seguro para viver na serenidade de espírito.


quarta-feira, 17 de maio de 2017

08 anos de Missão - Ururo - Bolívia



Parabéns Comunidade Ursulina CJA em Ururo - Bolívia!
Completando 8 belos anos de missão. 







Eu devo ser um apóstolo e posso sê-lo através do trabalho, do amor ao próximo, através da bondade e da serenidade de espírito.  Esse é o verdadeiro apostolado que, não raramente, faz mais do que as palavras.  Portanto, arda também no meu coração este fogo sagrado do zelo pela salvação das almas!






"Eu quero, ó meu Jesus, eu quero ser para todos como um raio solar, quero iluminar e aquecer a sua vida e por isso quero impedir em mim todo mau humor, a tristeza e o desânimo.  Por que estarei triste quando tenho Jesus no meu coração"? Santa Úrsula Ledóchowska



Aniversário da Canonização de Santa Úrsula



"Ao grito de Cristo: “Tenho sede!”, queremos responder com amor que repara, que se compadece, que trabalha e que se doa sem reserva para a salvação das almas".  Santa Úrsula Ledóchowska


Neste 18 de maio recordamos a Canonização de Santa Úrsula Ledóchowska, fundadora da Congregação das Irmãs Ursulinas CJA.

Deus seja louvado pela sua vida e missão e pelo carisma partilhado pela Congregação: saciar a sede do Coração de Jesus Agonizante.


"A nossa tarefa essencial é amar o Coração de Jesus com todas as nossas forças".Santa Úrsula Ledóchowska







quarta-feira, 10 de maio de 2017

Encontros formativos....Três Barras - Cuiabá


Irmã Vilma Braz da Silva em encontros formativos da Pastoral da Criança:

" Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância" Jo 10,10



domingo, 7 de maio de 2017

Rezemos pelas vocações.....

Diocese de Primavera do Leste – Paranatinga
Serviço de Animação Vocacional
Acolhida
Canto
Sinal da Cruz
Momento de silêncio (intenções)
Dirigente: Neste ano o Papa nos convida a olharmos para a dimensão missionária da vocação cristã. Para ele, quem se deixou atrair pela voz de Deus e começou a seguir Jesus, rapidamente descobre dentro de si mesmo o desejo irreprimível de levar a Boa Nova aos irmãos, através da evangelização e do serviço. Mas o Discípulo não é chamado a ocupar-se de si mesmo nem a cuidar dos interesses duma empresa; simplesmente é tocado e transformado pela alegria de se sentir amado por Deus e não pode guardar esta experiência apenas para si mesmo.
Leitor: A relação com o Senhor implica em ser enviados ao mundo como profetas da sua palavra e testemunhas do seu amor. No amor não há lugar para o temor: o próprio Deus vem purificar os nossos «lábios impuros», tornando-nos aptos para a missão.
Dirigente: Cada discípulo missionário sente, no seu coração, a voz divina que o convida. Jesus é ungido pelo Espírito e enviado. Ser discípulo missionário significa participar ativamente na missão de Cristo, que Ele próprio descreve na sinagoga de Nazaré: Vamos ouvir?
Aclamação:
Lucas 4, 18-19
Momento de silêncio:
Dirigente: Esta é também a nossa missão: ser ungidos pelo Espírito e ir ter com os irmãos para lhes anunciar a Palavra, tornando-nos um instrumento de salvação para eles.
Leitor: Jesus vem colocar-Se ao nosso lado no caminho. Ele faz germinar a semente. A semente do Reino, embora pequena, invisível e às vezes insignificante, cresce silenciosamente graças à ação incessante de Deus. A nossa confiança primeira está aqui: Deus supera as nossas expectativas e surpreende-nos com a sua generosidade, fazendo germinar os frutos do nosso trabalho para além dos cálculos da eficiência humana.
Leitor: Com esta confiança evangélica abrimo-nos à ação silenciosa do Espírito Santo, que é o fundamento da missão. Não poderá jamais haver Serviço de Animação Vocacional nem missão cristã, sem a oração assídua e contemplativa. Neste sentido, é preciso alimentar a vida cristã com a escuta da Palavra de Deus e, sobretudo, cuidar da relação pessoal com o Senhor na adoração eucarística, «lugar» privilegiado do encontro com Deus.
Leitor: É esta amizade íntima com o Senhor que desejo vivamente encorajar, sobretudo para implorar do Alto, novas vocações ao sacerdócio e à vida consagrada. O Para pede às comunidades paroquiais, às associações e aos numerosos grupos de oração presentes na Igreja: sem ceder à tentação do desânimo, continuai a pedir ao Senhor que mande operários para a sua messe.
Leitor: Amados irmãos e irmãs, é possível ainda hoje voltar a encontrar o ardor do anúncio e propor, sobretudo aos jovens, o seguimento de Cristo.
Dirigente: Maria Santíssima, Mãe do nosso Salvador, teve a coragem de abraçar este sonho de Deus, pondo a sua juventude e o seu entusiasmo nas mãos d’Ele. Que a sua intercessão nos obtenha a mesma abertura de coração, a prontidão em dizer o nosso «Eis-me aqui» à chamada do Senhor e a alegria de nos pormos a caminho, como Ela (cf. Lc 1, 39), para O anunciar ao mundo inteiro.
(Fragmentos da carta do Papa para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações)
Dirigente: O que estamos fazendo hoje, nada mais é do que atender este convite do Representante de Cristo na Terra, Nos coloquemos na escola de Maria, que Ela nos ajude hoje e sempre. Ave Maria ...

Canto mariano: 

54º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 54º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
(7 de maio de 2017 - IV Domingo da Páscoa)
Tema: «Impelidos pelo Espírito para a missão»

Amados irmãos e irmãs!
Nos anos passados, tivemos ocasião de refletir sobre dois aspetos que dizem respeito à vocação cristã: o convite a «sair de si mesmo» para pôr-se à escuta da voz do Senhor e a importância da comunidade eclesial como lugar privilegiado onde nasce, alimenta e se exprime a chamada de Deus.
Agora, no 54º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, gostaria de me deter na dimensão missionária da vocação cristã. Quem se deixou atrair pela voz de Deus e começou a seguir Jesus, rapidamente descobre dentro de si mesmo o desejo irreprimível de levar a Boa Nova aos irmãos, através da evangelização e do serviço na caridade. Todos os cristãos são constituídos missionários do Evangelho. Com efeito, o discípulo não recebe o dom do amor de Deus para sua consolação privada; não é chamado a ocupar-se de si mesmo nem a cuidar dos interesses duma empresa; simplesmente é tocado e transformado pela alegria de se sentir amado por Deus e não pode guardar esta experiência apenas para si mesmo: «a alegria do Evangelho, que enche a vida da comunidade dos discípulos, é uma alegria missionária» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 21).
Por isso, o compromisso missionário não é algo que vem acrescentar-se à vida cristã como se fosse um ornamento, mas, pelo contrário, situa-se no âmago da própria fé: a relação com o Senhor implica ser enviados ao mundo como profetas da sua palavra e testemunhas do seu amor.
Se experimentamos em nós muita fragilidade e às vezes podemos sentir-nos desanimados, devemos levantar a cabeça para Deus, sem nos fazermos esmagar pelo sentimento de inaptidão nem cedermos ao pessimismo, que nos torna espetadores passivos duma vida cansada e rotineira. Não há lugar para o temor: o próprio Deus vem purificar os nossos «lábios impuros», tornando-nos aptos para a missão. «“Foi afastada a tua culpa e apagado o teu pecado!” Então, ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem será o nosso mensageiro?” Então eu disse: “Eis-me aqui, envia-me”» (Is 6, 7-8).
Cada discípulo missionário sente, no seu coração, esta voz divina que o convida a «andar de lugar em lugar» no meio do povo, como Jesus, «fazendo o bem e curando» a todos (cf. At 10, 38). Com efeito, já tive ocasião de lembrar que, em virtude do Batismo, cada cristão é um «cristóforo» ou seja, «um que leva Cristo» aos irmãos (cf. Francisco, Catequese, 30 de janeiro de 2016). Isto vale de forma particular para as pessoas que são chamadas a uma vida de especial consagração e também para os sacerdotes, que generosamente responderam «eis-me aqui, envia-me». Com renovado entusiasmo missionário, são chamados a sair dos recintos sagrados do templo, para consentir à ternura de Deus de transbordar a favor dos homens (cf. Francisco, Homilia na Missa Crismal, 24 de março de 2016). A Igreja precisa de sacerdotes assim: confiantes e serenos porque descobriram o verdadeiro tesouro, ansiosos por irem fazê-lo conhecer jubilosamente a todos (cf. Mt 13,44).
Com certeza não faltam as interrogações ao falarmos da missão cristã: Que significa ser missionário do Evangelho? Quem nos dá a força e a coragem do anúncio? Qual é a lógica evangélica em que se inspira a missão? Podemos dar resposta a estas questões, contemplando três cenas evangélicas: o início da missão de Jesus na sinagoga de Nazaré (cf. Lc 4, 16-30); o caminho que Ele, Ressuscitado, fez com os discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-35); e, por último, a parábola da semente (cf. Mc 4, 26-27).
Jesus é ungido pelo Espírito e enviado. Ser discípulo missionário significa participar ativamente na missão de Cristo, que Ele próprio descreve na sinagoga de Nazaré: «O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-Me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar um ano favorável da parte do Senhor» (Lc 4, 18-19). Esta é também a nossa missão: ser ungidos pelo Espírito e ir ter com os irmãos para lhes anunciar a Palavra, tornando-nos um instrumento de salvação para eles.
Jesus vem colocar-Se ao nosso lado no caminho. Perante as interrogações que surgem do coração humano e os desafios que se levantam da realidade, podemos sentir-nos perdidos e notar um défice de energia e esperança. Há o risco de que a missão cristã apareça como uma mera utopia irrealizável ou, em todo o caso, uma realidade que supera as nossas forças. Mas, se contemplarmos Jesus Ressuscitado, que caminha ao lado dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-15), é possível reavivar a nossa confiança; nesta cena evangélica, temos uma autêntica e real «liturgia da estrada», que precede a da Palavra e da fração do Pão e nos faz saber que, em cada passo nosso, Jesus está junto de nós. Os dois discípulos, feridos pelo escândalo da cruz, estão de regresso a casa percorrendo o caminho da derrota: levam no coração uma esperança despedaçada e um sonho que não se realizou. Neles, a tristeza tomou o lugar da alegria do Evangelho. Que faz Jesus? Não os julga, percorre a própria estrada deles e, em vez de erguer um muro, abre uma nova brecha. Pouco a pouco transforma o seu desânimo, inflama o seu coração e abre os seus olhos, anunciando a Palavra e partindo o Pão. Da mesma forma, o cristão não carrega sozinho o encargo da missão, mas experimenta – mesmo nas fadigas e incompreensões – que «Jesus caminha com ele, fala com ele, respira com ele, trabalha com ele. Sente Jesus vivo com ele, no meio da tarefa missionária» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 266).
Jesus faz germinar a semente. Por fim, é importante aprender do Evangelho o estilo de anúncio. Na verdade, acontece não raro, mesmo com a melhor das intenções, deixar-se levar por um certo frenesim de poder, pelo proselitismo ou o fanatismo intolerante. O Evangelho, pelo contrário, convida-nos a rejeitar a idolatria do sucesso e do poder, a preocupação excessiva pelas estruturas e uma certa ânsia que obedece mais a um espírito de conquista que de serviço. A semente do Reino, embora pequena, invisível e às vezes insignificante, cresce silenciosamente graças à ação incessante de Deus: «O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce, sem ele saber como» (Mc 4, 26-27). A nossa confiança primeira está aqui: Deus supera as nossas expetativas e surpreende-nos com a sua generosidade, fazendo germinar os frutos do nosso trabalho para além dos cálculos da eficiência humana.
Com esta confiança evangélica abrimo-nos à ação silenciosa do Espírito, que é o fundamento da missão. Não poderá jamais haver pastoral vocacional nem missão cristã, sem a oração assídua e contemplativa. Neste sentido, é preciso alimentar a vida cristã com a escuta da Palavra de Deus e sobretudo cuidar da relação pessoal com o Senhor na adoração eucarística, «lugar» privilegiado do encontro com Deus.
É esta amizade íntima com o Senhor que desejo vivamente encorajar, sobretudo para implorar do Alto novas vocações ao sacerdócio e à vida consagrada. O povo de Deus precisa de ser guiado por pastores que gastam a sua vida ao serviço do Evangelho. Por isso, peço às comunidades paroquiais, às associações e aos numerosos grupos de oração presentes na Igreja: sem ceder à tentação do desânimo, continuai a pedir ao Senhor que mande operários para a sua messe e nos dê sacerdotes enamorados do Evangelho, capazes de se aproximar dos irmãos, tornando-se assim sinal vivo do amor misericordioso de Deus.
Amados irmãos e irmãs, é possível ainda hoje voltar a encontrar o ardor do anúncio e propor, sobretudo aos jovens, o seguimento de Cristo. Face à generalizada sensação duma fé cansada ou reduzida a meros «deveres a cumprir», os nossos jovens têm o desejo de descobrir o fascínio sempre atual da figura de Jesus, de deixar-se interpelar e provocar pelas suas palavras e gestos e, enfim, sonhar – graças a Ele – com uma vida plenamente humana, feliz de gastar-se no amor.
Maria Santíssima, Mãe do nosso Salvador, teve a coragem de abraçar este sonho de Deus, pondo a sua juventude e o seu entusiasmo nas mãos d’Ele. Que a sua intercessão nos obtenha a mesma abertura de coração, a prontidão em dizer o nosso «Eis-me aqui» à chamada do Senhor e a alegria de nos pormos a caminho, como Ela (cf. Lc 1, 39), para O anunciar ao mundo inteiro.
Cidade do Vaticano, 27 de novembro – I Domingo do Advento – de 2016. 

Papa Francisco

sábado, 6 de maio de 2017

quinta-feira, 4 de maio de 2017

RETIRO DE CATEQUISTAS - Catequese Curitiba

RETIRO DE CATEQUISTAS – 2017



"Eu te chamo pelo nome, Tu és meu" (Isaias, 43, 1- 4). Cerca de 70 catequistas estiveram reunidas, na chácara das Irmãs de São José de Chambery. Foi um dia muito agraciado por Deus!!!. Neste ano, unidos catequistas da Paróquia São Paulo Apóstolo, São Judas Tadeu e Nossa Senhora da Paz fizemos uma experiência única...



 Uma espiritualidade marcante para todos que estiveram presente, uma paz interior da qual tivemos a oportunidade de partilhar com os outros, o que sentimos e o que buscamos. E neste ano contamos com a presença do Padre Benedito de Assis (OMV), para nos ajudar a nos refletir sobre O Ano com Maria: É no silencio que Deus nos fala, e “Maria o guardava tudo em seu coração” ( Lucas, 2, 19).



                                                                                       
Obrigada Senhor! Nossa Paróquia São Paulo Apóstolo festeja o ingresso de novos participantes da Ceia Eucarística, aproximadamente 80 crianças receberam a 1ª Eucaristia neste domingo (30.04.2027).



  Parabéns a todos que ajudaram para que esta celebração acontecesse doando toda a sua generosidade e o melhor de si. Agradecer ao Pároco Pe. Márcio, (OMV) pela sua vocação: linda homilia e acolhimento dos catequizandos e aos pais por serem testemunhas vivas da fé em Jesus Cristo e zelo da caminhada de seus filhos. Rezamos para cada um desses novos membros para que eles possam responder com gratuidade o chamado de Deus a eles. E rezamos sempre pelas vocações.


Parabéns Ir. Cleci Cirino

Dia 04 de novembro... nossa gratidão a Deus! Ir. Cleci.... desejamos a você um Feliz Aniversário! "Uma alma radiante j...